Norte avança na reabertura; Sul toma medidas mais rígidas 

Norte avança na reabertura; Sul toma medidas mais rígidas 


Após uma consulta pública, o Plano Minas Consciente  sofreu alterações. O novo protocolo considerou uma consulta pública, com 630 contribuições, e pretende adequar as regras ao momento de platô da pandemia no estado, que indica estabilidade no número de novos casos e óbitos. Para definir as mudanças, também foi considerado o aumento de 71,8% no número de leitos de UTI na rede pública de Saúde nos últimos três meses.

As mudanças do Minas Consciente passaram a valer no dia 6 de agosto. As novas ondas do plano serão divididas da seguinte forma: Onda 1 – Vermelha, podem funcionar serviços essenciais: supermercados, padarias, farmácias, bancos, depósitos de material de construção, fábricas e indústrias, lojas de artigos de perfumaria e cosméticos, hotéis.

Onda 2 – Amarela, podem funcionar serviços não essenciais como lojas de artigos esportivos, eletrônicos, floriculturas, autoescolas, livrarias, papelarias, salões de beleza. Onda 3 – Verde, podem funcionar serviços não essenciais com alto risco de contágio, como academias, teatros, cinemas, clubes. Além da mudança na divisão das ondas, o novo plano trará um protocolo único de higiene e distanciamento, a ser cumprido por todas as empresas.

Cada macrorregião se encontra em uma onda de retomada. De acordo com as novas regras, fica da seguinte forma: Vermelha: Centro, Jequitinhonha, Leste, Nordeste, Noroeste e Vale do Aço. Amarela: Norte, Sul, Triângulo do Norte, Triângulo do Sul, Oeste, Centro-Sul, Leste do Sul e Sudeste. Verde: nenhuma macrorregião está na onda verde.

Outra mudança é a regra específica para cidades pequenas: municípios com menos de 30 mil habitantes e que registraram menos de 50 casos por 100 mil pessoas nos últimos 14 dias estarão autorizadas pelo governo a reabrir serviços não essenciais, como bares e restaurantes. A reabertura independe da situação das macro ou microrregiões nas quais estão inseridos.

As atividades em educação estão em uma lista separada, pois exigem especificidade própria, mas as regras ainda não foram divulgadas pelo estado.

Comércio ambulante no centro de São Paulo

Comércio ambulante no centro de São Paulo – Rovena Rosa/Agência Brasil



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