Indústria musical nos EUA planeja dia de silêncio após morte de George Floyd | Pop & Arte

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A indústria musical dos EUA planeja fazer nesta terça-feira (2) um dia de silêncio em solidariedade aos protestos pela morte de George Floyd.

O ex-segurança George Floyd, que tinha 40 anos, foi levado inconsciente por uma ambulância logo após a abordagem policial e foi declarado morto ao chegar no hospital, em 25 de abril.

O policial Derek Chauvin, que estava com o joelho sobre o pescoço de Floyd, foi detido na sexta-feira (29) e responde por homicídio culposo (sem intenção de matar) e assassinato em terceiro grau (quando é considerado que o responsável pela morte atuou de forma irresponsável ou imprudente).

Nesta segunda-feira (1), várias gravadoras e artistas se comprometeram a se abster de qualquer atividade comercial na terça-feira (2), com o objetivo de “se desconectar do trabalho e se reconectar com a nossa comunidade”.

A hashtag “The Show Must Be Paused (O show deve ser pausado)” foi compartilhada nas redes sociais para mostrar adesão à campanha.

“Devido aos recentes acontecimentos, junte-se a nós enquanto damos um passo para uma atitude urgente para gerar a responsabilidade e a mudança. Como guardiões da cultura, é nossa responsabilidade não apenas nos unirmos para comemorarmos as vitórias, mas também nos abraçarmos durante as perdas”, dizia uma postagem amplamente compartilhada.

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O músico Tim Burgess, da banda The Charlatans, foi um dos que aderiu a campanha adiou a festa de audição musical que faria na terça-feira. “Temos que ouvir mais e tirar um tempo para pensar”.

O grupo Now United também aderiu ao movimento e alterou o header de sua página no YouTube para a hashtag da campanha.

Gravadoras como a Shady Records, Columbia Records, Atlantic Records, Capitol Music Group, Elektra Music Group, entre outras, também já demonstraram apoio a campanha.



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